sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Fechamento mensal - 10/2023

Iniciando pelo patrimônio:

No patrimônio eu considero somente o que temos em dinheiro ou o que pode ser convertido em dinheiro. Aqui não entra bens móveis (carro e moto). Eu acredito que uma pessoa com a minha realidade (2 filhos pequenos e morando em casa alugada), antes começar a investir em opções com maiores riscos e possibilidades de retornos mais atrativas (ações por exemplo), precise de mais nada ter um "colchão financeiro" bem estabelecido. No início do meu casamento, compramos um terreno. O valor de compra (sem considerar valorização), corresponde a 16,6% do nosso patrimônio. Hoje eu acho que foi um erro, pois o local não valorizou muito. O bairro é excelente, porém os primeiros moradores construíram casas muito abaixo do padrão do bairro, e isso fez com que as vendas dos terrenos andassem em um ritmo lento. Hoje, todos os terrenos foram vendidos, porém cada vez que vou visitar o local me sinto mais desanimado em construir algo para alugar ou vender. Vou lá a cada 4 ~ 5 meses, e sempre tem uma casa nova construindo e outra com gente que acabou de entrar para morar. Infelizmente, o padrão é bem baixo, e isso não me motiva a tentar "fazer dinheiro" com esse investimento que está parado. Continuando, a outra parte está 100% em CDB. 83,4% do nosso patrimônio. Nós começamos a transferir dinheiro para o CDB fazem 3 anos. Antes disso tínhamos uma dívida de um apartamento que vendemos, e por isso não tínhamos nada guardado. O foco foi todo direcionado para "matar a dívida". Os inventimentos em CDB, estão divididos meio a meio em 2 bancos: Nubank e Santander. Eu penso em começar a comprar fundos imobiliários e ações no curto prazo. Na verdade, a minha meta em valor no CDB será alcançada esse mês. A dúvida é: investir em conhecimento / desenvolvimento pessoal ou renda variável? Estou inclinado a começar a "aportar" em conhecimento / desenvolvimento pessoal. Conhecimento seria algum curso que possa desenvolver minhas habilidades com finanças. Já desenvolvimento pessoal, tenho pensado bastante ultimamente em participar por um processo de coaching.
Sei que o coaching virou chacota um tempo atrás, quando a internet não estava infestada de vendedores de curso de como ficar rico vendendo curso. Antigamente, a cada 10 produtores de conteúdo, uns 6 eram coaching, e isso acabou fazendo com que muita gente tivesse preconceito.



Deixando de enrolação, vamos ao próximo tópico:

De onde vem o nosso dinheiro: 76,1% de tudo que entra em nossa DRE (demonstração de resultado) como receita, vem dos nossos empregos. Eu trabalho em uma empresa israelense como contador. Já a minha esposa trabalha como professora de história funcionária do governo do estado do RJ. 12,3% Renda extra: Por sorte minha, durante a minha trajetória conseguir aprender algumas habilidades que me possibilitam fazer uma renda extra. Tenho alguns clientes que faço a contabilidade (folha de pagamento e impostos) e isso ajuda bastante com os aportes para investimentos. 11,6% Rendimentos: Mesmo com a SELIC caindo, os rendimentos estão fazendo uma grande diferença em nosso orçamento. Se não fosse o rendimento (que nós nunca mechemos) + o extra que faço, nossos aportes seria muito pequenos, e a bola de neve financeira demoraria muito a começar a engrenar.
Não que já esteja bom o suficiente, mas é uma motivação em tanto ver o CDB "fazendo dinheiro sozinho".




Agora vou falar um pouco sobre as despesas.

Mas antes, a parte que mais gosto em nosso controle financeiro: Nenhum centavo entra ou sai das nossas contas, sem que passe por nosso sistema de controle financeiro. Dessa forma, consigo saber exatamente o quanto foi gasto / investido, e como posso melhorar a forma que tratamos nosso suado dinheiro. No início, é difícil ter a disciplina de lançar tudo que é gasto, mas com o tempo vira automático. Por exemplo: quando vou abastecer, assim que eu pago já efetuo o lançamento. Um dos produtores de conteúdo que me inspiro (Bastter), diz para não se preocupar com detalhinho e não controlar da forma que eu faço. Porém cada um tem um "modus operandi", e os "gurus" servem como base, mas não acredito que devamos seguir exatamente o que dizem. É satisfatório para mim, poder chegar no fim do mês e me deparar com o gráfico abaixo. Saber que 36% de tudo que entrou foi destinado para o crescimento da nossa "bola de neve", me motiva a continuar o processo.
A minha meta é investir ao menos 30% de tudo que temos de receita. Conforme nossa renda aumenta, vamos nos dando alguns luxos e sempre focados nos 30% mínimo de alvo.



Agora, o detalhe de para onde vai nosso dinheiro:

32,7% Despesas recorrentes - Aqui classifico tudo que "não tem como mexer". Aluguel, telefone, luz, IPTU, água. 26,1% Alimentação - Aqui nós estamos cada vez mais tentando otimizar. Cada dia que passa os alimentos ficam mais caros, então olhar os encartes e ir no mercado pelo menos 4 vezes no mês, faz-se necessário. Ontem mesmo no feriado (02/11/2023) fui no mercado, no "dia da carne" e comprei proteína para 20 dias. Aqui é tentativa e erro. 22,1% Kids - Aqui entra tudo que "gastamos" com as crianças: escola, remédios, roupas, presentes para festinhas de amiguinhos, fraldas... 10,5% Não recorrentes - Aqui entram as despesas que não temos como mapear e / ou para não engessar muito, deixamos em uma única categoria. Basicamente o que gasto com pedágio para ir e voltar do trabalho, a cerveja, a pizza do fim de semana (não isso não é alimentação essencial), o uber, estacionamento, roupas novas, doações.... 4,3% Veículos - Basicamente combustível e manutenção de veículos.
4,3% Educação casal - Aqui é onde precisamos investir pesado. Dinheiro saindo aqui é quase certo de entradas adicionais na linha de receitas.




Basicamente, essas são nossas finanças.

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